quarta-feira, 5 de junho de 2013

sábado, 18 de maio de 2013

O homem mais alto do mundo até hoje, foi Robert Pershing Wadlow, com 2,72 metros. Robert Pershing Wadlow nasceu em Alton, Illinois, EUA a 22 de fevereiro de 1918. Robert era o mais velho de cinco filhos. As duas irmãs e e os dois irmãos tinham altura e peso normais. Seu peso ao nascer foi 3,85 kg. A curva de crescimento de Robert foi normal até os dois anos de idade, quando ele passou por uma operação de hérnia. Daí em diante ele cresceu em um ritmo assustador. Aos 5 anos media 1.63 e tinha 48 kg. Aos oito subia as escadas da casa da família com seus 1.83m e seus 77 Kg. Com um consumo diário de 8.000 calorias, registrou o pico do seu peso no seu aniversário de 21 anos: 223Kg.                                                                             Suas mãos mediam 32,3 cm do pulso até a ponta do dedo médio e seus pés tinham 47cm - no Brasil, ele calçaria tamanho 70. Ele tinha problemas circulatórios nas pernas (muito compridas ) e sentia pouco os pés. Só se dava conta de algum machucado quando se formavam bolhas. Por causa da má circulação e da ausência de tato, uma bolha passou despercebida por vários dias. Uma semana depois, uma infecção fatal se instalara. Robert faleceu enquanto dormia, dia 15 de julho de 1940. Ele foi enterrado , em Alton. O caixão dele media 3,28 m e foi carregado por 12 homens. O comércio de Alton fechou as portas em sinal de respeito e 40.000 pessoas assinaram o livro de condolências no funeral. .


Robert com 10 anos, e outro garoto da mesma idade.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

                                                      Lançado em dezembro de 2009, o Oasis of the Seas tem capacidade para 5.400 hóspedes, exibe 16 deques, pesa 225.282 toneladas e oferece atrações como uma tirolesa de 82 metros de comprimento, um carrossel artesanal, o bar elevatório Rising Tide, musicais da Broadway, shows de mergulho e águas dançantes e um "Central Park", que abriga mais de 12 mil árvores e plantas vivas.


O Oasis of the Seas também tem dois simuladores de surfe, hidromassagens suspensas, uma pista de patinação no gelo e um boulevard interno cercado por restaurantes, salões e lojas.







quarta-feira, 15 de maio de 2013

Sr. He aguarda transplante facial (DCL)                                             Em 2005, parte de um rosto humano foi transplantado em outra pessoa pela primeira vez na história. Quando o rosto de Isabelle Dinoire foi desfigurado por seu cachorro, ela se colocou na fronteira da cirurgia plástica experimental. Apenas seis meses depois, um hospital militar da China surpreendeu o mundo ao anunciar que havia realizado uma cirurgia facial ainda mais ambiciosa.

Com acesso inédito ao hospital militar em que trabalha o professor Guo Shuzhong, cirurgião especialista em transplante facial, este episódio acompanha a história de Li Guoxing por um período de dois anos. O rosto de Li foi destruído pela mordida de um urso, e ele ganhou notoriedade mundial ao receber o primeiro transplante de rosto do mundo a incluir ossos (no caso, o osso do nariz). 

sábado, 11 de maio de 2013

                                                         História do Trem            
                                                                                 Acredita-se que o jesuíta belga Ferdinand Verbiest tenha sido um dos precursores do trem ao idealizar em 1681, em Pequim, uma máquina auto propulsora a vapor. Em 1769, Joseph Cugnot, militar francês, construiu em Paris uma máquina a vapor para o transporte de munições. Após várias tentativas fracassadas, Richard Trevithick, engenheiro inglês, conseguiu em 1804, construir uma locomotiva que fora capaz de puxar cinco vagões com dez toneladas de carga e setenta passageiros à velocidade vertiginosa de 8 km por hora.

 Outro inglês, John Blenkinsop, construiu uma locomotiva em 1812 que usava dois cilindros verticais, capazes de movimentar os dois eixos, unidos a uma roda dentada que faziam acionar uma cremalheira. Esta máquina usava também carris de ferro-fundido, que vieram a substituir definitivamente os trilhos em madeira usados até então. Estes trilhos ou linhas de madeira haviam sido desenvolvidos na Alemanha por volta do ano de 1550 e serviam carruagens que e

 O trem de levitação magnética, mais conhecido por Maglev, são as últimas novidades na tecnologia ferroviária, embora a primeira patente de um trem de levitação magnética tenha sido registrada em 1969.ram puxadas por animais, principalmente por cavalos, mas também por vezes, à força de braços.




Trem bala Maglev
Foto: O desastre de Pompeia

Considerada patrimônio da UNESCO, Pompeia foi descoberta apenas no século XVIII, passando mais 1600 anos desconhecida. A história de sua tragédia começa em 79d.C, quando o vulcão Vesúvio varreu-a do mapa juntamente com a cidade de Herculano. A explosão foi tão forte que espalhou uma nuvem de rochas, cinzas e fumaça a uma altura de 30 quilômetros.

Porém, a cidade romana passara por outros desastres naturais antes daquela que lhe sepultaria. Em 62d.C., Pompeia sofreu um forte abalo sísmico que acabou destruindo parte da cidade, propiciando um ambiente de caos. A partir desse episódio, muitas pessoas começaram a abandoná-la e aquelas que resolveram ficar, precisaram a enfrentar a fome e saques.

Entretanto, foi apenas em 79dC que a cidade romana pereceu. As cinzas lançadas sobre Pompeia, durante 6 horas, conservou os edifícios e os corpos da população residente. Após o desastre, os poucos sobreviventes saíram da cidade. Por estar encoberta de cinzas, Pompeia se perdeu no tempo.

Finalmente, no século XVIII, Pompeia e Herculano foram oficialmente descobertas. Durante as escavações, arqueólogos encontraram espaços vazios, com alguns restos humanos entre as camadas de cinza e posteriormente percebeu-se que tais espaços haviam sido deixados pelos corpos das vítimas. Sabendo disso, uma técnica com preenchimento em gesso começou a ser utilizada e, então, os formatos das pessoas, como esses mostrados na imagem, se revelaram para o mundo, mostrando exatamente a posição em que as pessoas morreram.Tudo isso propiciou um sítio arqueológico extraordinário aos estudiosos, podendo estudar os costumes da época.

Texto de Talita Lopes Cavalcante
Administração Imagens Históricas

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Fontes:

- ÖZGENEL, Lale. A Tale of  Two cities: In Search for Ancient Pompeii and Hesculaneum.
<http://jfa.arch.metu.edu.tr/archive/0258-5316/2008/cilt25/sayi_1/1-25.pdf>

- JONES, Rick."Visiting Pompeii - AD 79 - Vesuvius explodes". Current Archeology. Londres
<http://www.archaeology.co.uk/cwa/world-features/visiting-pompeii.htm>

- "Ancient Roman Life Preserved at Pompeii". National Geographic.
<http://science.nationalgeographic.com/science/archaeology/pompeii/>

Para ler mais:

- Wallace, Alia. "Presenting Pompeii: Steps towards Reconciling Conservation and Tourism at an Ancient Site". Institute of Archaeology, University College London
<http://pia-journal.co.uk/article/view/pia.406/519>Considerada patrimônio da UNESCO, Pompeia foi descoberta apenas no século XVIII, passando mais 1600 anos desconhecida. A história de sua tragédia começa em 79d.C, quando o vulcão Vesúvio varreu-a do mapa juntamente com a cidade de Herculano. A explosão foi tão forte que espalhou uma nuvem de rochas, cinzas e fumaça a uma altura de 30 quilômetros.

Porém, a cidade romana passara por outros desastres naturais antes daquela que lhe sepultaria. Em 62d.C., Pompeia sofreu um forte abalo sísmico que acabou destruindo parte da cidade, propiciando um ambiente de caos. A partir desse episódio, muitas pessoas começaram a abandoná-la e aquelas que resolveram ficar, precisaram a enfrentar a fome e saques.

Entretanto, foi apenas em 79dC que a cidade romana pereceu. As cinzas lançadas sobre Pompeia, durante 6 horas, conservou os edifícios e os corpos da população residente. Após o desastre, os poucos sobreviventes saíram da cidade. Por estar encoberta de cinzas, Pompeia se perdeu no tempo.

Finalmente, no século XVIII, Pompeia e Herculano foram oficialmente descobertas. Durante as escavações, arqueólogos encontraram espaços vazios, com alguns restos humanos entre as camadas de cinza e posteriormente percebeu-se que tais espaços haviam sido deixados pelos corpos das vítimas. Sabendo disso, uma técnica com preenchimento em gesso começou a ser utilizada e, então, os formatos das pessoas, como esses mostrados na imagem, se revelaram para o mundo, mostrando exatamente a posição em que as pessoas morreram.Tudo isso propiciou um sítio arqueológico extraordinário aos estudiosos, podendo estudar os costumes da época.

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Foto: "The Lovers", o símbolo do amor eterno, Hasanlu.

Eles foram encontrados em 1972 e estavam nessa posição, como se um estivesse beijando o outro. A imagem, algum tempo depois, foi veiculada na internet, porém com a datação dos esqueletos errada, dizendo que tinham mais de 6 mil anos. Provavelmente o erro se deu em decorrência de outra descoberta ¹, em que um casal de esqueletos está abraçado e datam entre 5 e 6 mil anos. 

O fato é que os esqueletos da foto foram encontrados em Teppe Hasanlu, um famoso sítio arqueológico de uma cidade antiga, localizado ao noroeste do Irã ².

O sítio foi escavado  entre 1956 e 1974 por uma equipe do Museu da Universidade da Pensilvânia e do Metropolitan Museum de Nova York, atribuindo aos esqueletos o título de "The Lovers" (Os amantes), datando cerca de 2813 anos ³, e não 6 mil anos, como mencionado pela maioria dos sites que compartilhou a foto. Nenhum objeto foi encontrado no local com os esqueletos, apenas uma placa de pedra próxima à cabeça de um deles. 

Ressalva: Particularmente, apesar das fontes mencionando a descoberta, os esqueletos ainda parecem ter sido colocados nessa posição, pois encontram-se quase intactos. 

Contudo, o site "Penn Museum" (Museu da Pensilvânia) afirma que os esqueletos da região de Hasanlu estavam muito bem preservados, alguns com várias partes do corpo e pequenos ossos completamente conservados⁴. Teppe Hasanlu continha esqueletos tão completos que, inclusive, foi denominada como a Pompeia da Era do Ferro ⁵.

Finalmente, a fotografia virou, após algum tempo, um símbolo do amor eterno, já que causa a impressão de estarem se beijando, mesmo após a morte. 

(Infelizmente nenhuma outra informação foi encontrada a respeito da descoberta, que já tem mais de 40 anos)

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"The Lovers", the symbol of eternal love, Hasanlu.

They were found in 1972 and were in that position, as if they were kissing each other. The image, some time afterwards, was published on the internet, but with wrong dating of the skeletons, stating they had more than 6,000 years old. Probably the error occurred because of another discovery ¹, a five to six thousand years old couple of skeletons embracing each other.

The fact is that the depicted skeletons were found in Teppe Hasanlu, a famous archaeological site of an ancient city, located to the northwest Iran ².

The site was excavated between 1956 and 1974 by a team from the University of Pennsylvania Museum and the Metropolitan Museum in New York, giving the skeletons the title of "The Lovers", dating back about 2,813 years, and not 6,000 years as stated by most sites that shared the photo. No objects were found buried with the skeletons, just a stone slab next to the head of one of them.

Particularly, although the "Penn Museum" site has sources mentioning the discovery, the skeletons still seem to have been placed in position, since they are almost intact. 

However, the Penn Museum site states that many skeletons at Hasanlu region were found very well preserved, some with various body parts and small bones completely preserved ⁴. Teppe Hasanlu contained skeletons so complete that even been named as the Pompeii of the Iron Age ⁵.

Finally, after some time, the skeletons became a symbol of eternal love, since they cause the impression of being kissing each other, even after death.

(Unfortunately no more information on the discovery is available, been over forty years since then)

Texto de Talita Lopes Cavalcante
Administração Imagens Históricas

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Fontes:

-‘Archaeology Archive [1]
<http://archive.archaeology.org/0801/abstracts/valdaro.html>
<http://www.time.com/time/world/article/0,8599,2092970,00.html>

- The Lovers’ from 1972 season at Hasanlu [2]
<http://www.penn.museum/blog/fun/fun-friday-image-of-the-week/fun-friday-image-of-the-week-the-lovers/>

-Timeline - University of Pennsylvania [3] (Descer até o ano de 1974)
<http://www.upenn.edu/gazette/0702/timeline.html>

- Penn Museum [4]
<http://www.penn.museum/research/research-near-east-section/806-the-analysis-of-skeletal-materials-from-hasanlu-and-tepe-hissar-iran.html>

- Penn Museum [5]
<http://www.penn.museum/research/research-near-east-section/807-hasanlu-project.html>

Outras fontes:

- Muhammad A. Dandamaev,Vladimir. The Culture and Social Institutions of Ancient Iran. (Consultar a página 20 para ler a respeito do casal de esqueletos)
<http://books.google.com.br/books?id=g7N74BFaC90C&printsec=frontcover&hl=pt-BR&source=gbs_ge_summary_r&cad=0#v=onepage&q&f=false>

- Penn Arts & Sciences
<http://www.sas.upenn.edu/aamw/resources/fieldwork/#Hasanlu%20%28Iran%29>

- Pennsylvania Museum - Hasanlu Publication Project
<http://www.penn.museum/sites/hasanlu/index.html>"The Lovers", o símbolo do amor eterno, Hasanlu.

Eles foram encontrados em 1972 e estavam nessa posição, como se um estivesse beijando o outro. A imagem, algum tempo depois, foi veiculada na internet, porém com a datação dos esqueletos errada, dizendo que tinham mais de 6 mil anos. Provavelmente o erro se deu em decorrência de outra descoberta ¹, em que um casal de esqueletos está abraçado e datam entre 5 e 6 mil anos.

O fato é que os esqueletos da foto foram encontrados em Teppe Hasanlu, um famoso sítio arqueológico de uma cidade antiga, localizado ao noroeste do Irã ².

O sítio foi escavado entre 1956 e 1974 por uma equipe do Museu da Universidade da Pensilvânia e do Metropolitan Museum de Nova York, atribuindo aos esqueletos o título de "The Lovers" (Os amantes), datando cerca de 2813 anos ³, e não 6 mil anos, como mencionado pela maioria dos sites que compartilhou a foto. Nenhum objeto foi encontrado no local com os esqueletos, apenas uma placa de pedra próxima à cabeça de um deles.

Ressalva: Particularmente, apesar das fontes mencionando a descoberta, os esqueletos ainda parecem ter sido colocados nessa posição, pois encontram-se quase intactos.

Contudo, o site "Penn Museum" (Museu da Pensilvânia) afirma que os esqueletos da região de Hasanlu estavam muito bem preservados, alguns com várias partes do corpo e pequenos ossos completamente conservados⁴. Teppe Hasanlu continha esqueletos tão completos que, inclusive, foi denominada como a Pompeia da Era do Ferro ⁵.

Finalmente, a fotografia virou, após algum tempo, um símbolo do amor eterno, já que causa a impressão de estarem se beijando, mesmo após a morte.

(Infelizmente nenhuma outra informação foi encontrada a respeito da descoberta, que já tem mais de 40 anos)